Blog do Roberto Silva


BRASILEIROS CAMPEÕES MUNDO AFORA

O blog do Roberto Silva parabeniza aos brasileiros campeões nacionais em seus clubes na Europa.

Em Portugal, o Benfica levou a Liga Sagres 09/10 com um time recheado de brasileiros: Julio César (goleiro, ex-Botafogo); os zagueiros Sidnei (ex-Inter-RS), Luisão (ex-Cruzeiro-MG) e David Luiz (ex-Vitória-BA); os meio-campistas Aírton (ex-Flamengo), Ramires (ex-Cruzeiro-MG) e Felipe Menezes (ex-Goiás) e os atacantes Wéldon (ex-Cruzeiro e Sport), Alan Kardec (ex-Vasco-RJ) e Éder Luís (ex-Atlético-MG). No início da temporada, em 2009, o clube benfiquista contava ainda com Marcelo Moretto (goleiro, atualmente no Brasiliense-DF), o lateral Patric (hoje no Avaí-SC), além de Keirrison (atacante, emprestado à Fiorentina da Itália), que atuou em quatro partidas pelo Benfica na Liga Sagres em 2009.

  

  

  

  

   

 

Na Inglaterra o campeão da Premier League foi o Chelsea dos brasileiros Alex Costa (zagueiro ex-Santos), Belletti (meia, ex-São Paulo, Cruzeiro-MG e Atlértico-MG) e Deco, meio-campo naturalizado português.



Escrito por Roberto Silva às 18h31
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ENTREVISTA

NETO - BEC TERO SASANA - TAILÂNDIA

Quem bateu um papo conosco foi o zagueiro Neto, atualmente defendendo o BEC Tero Sasana, da Tailândia. Mário Caetano Neto, ou simplesmente Neto, começou a jogar futebol com 12 anos, no PSTC-PR. Posteriormente passou por RS Futebol-RS, Juventude-RS, Londrina-PR, Iraty-PR, até chegar ao Chula United, seu primeiro clube no futebol tailandês, no segundo semestre de 2009. Em 2010, Neto transferiu-se para o BEC Tero Sasana, seu clube atual. Neto é filho de Marinho, zagueiro campeão do Mundo pelo Flamengo em 1981. Neto nos conta neste bate-papo um pouco de como foi e está sendo seu dia a dia na Tailândia, país asiático, de regime monárquico contitucional, de maioria budista, fronteiriço ao Camboja, Laos e a Malásia, com 65 milhões de habitantes e que atravessa uma grave crise política, transformada em uma quase guerra civil nas ruas de Bangcoque, capital do país.

Nome: Mário Caetano Neto

Data e local de nascimento: Londrina-PR, 20/02/1985

Clubes: PSTC-PR (1997/2002), RS Futebol-RS (2003/2004), Juventude-RS (2004), Londrina-PR (2004/2008), Iraty-PR (2009), Chula United-Tailândia (2009) e BEC Tero Sasana (2010)

BRS- Como surgiu a proposta para jogar na Tailândia e o que o motivou a aceitá-la?
Neto- Surgiu a partir de um contato do técnico Brasília com meu pai. Assim que ele assumiu o Chula United pediu minha contratação, porém na época eu estava jogando o campeonato paranaense pelo Iraty (em 2009) e não pude aceitar logo de cara, mas continuamos em contato e assim que acabou a fase final do campeonato aceitei o desafio de ir para Tailândia. Tudo isso motivado por saber que trabalharia com um técnico de confiança e que me passou boas informações sobre o que encontraria aqui.

BRS- O que você sabia sobre o país e sobre o Chula United, seu primeiro clube na Tailândia?
Neto- Sabia muito pouco sobre o país e principalmente sobre o time que iria jogar. Quando surgiu a proposta comecei a procurar e informações sobre o futebol tailandês e sobre o Chula United, mas descobri muito pouco. Quando cheguei aqui tudo era muito novo e diferente para mim. 

BRS- Quais foram as principais dificuldades na adaptação à Tailândia, tanto pessoal quanto dentro de campo?
Neto- As principais dificuldades foram a alimentação, saudades da família e da minha namorada. Quando cheguei aqui estávamos em pré-temporada e passei três dias me alimentando de pão e "Gatorade". Com uma culinária peculiar como a tailandesa, leva-se tempo para acostumar e por isso não conseguia comer nada no início. Além disso tinha a saudade da família afinal era a primeira vez que estava fora do país. Por mais que eu tivesse viajado pelo Brasil, nada se compara em estar do outro lado do mundo.

Veja um vídeo com lances de Neto:

 

BRS- Você jogou apenas o segundo turno da Thai League em 2009 (fez 15 dos 30 jogos), o que acabou não sendo suficiente para ajudar a livrar o Chula United do rebaixamento, porém ainda assim você foi escolhido um dos 5 melhores jogadores de meio-campo da Liga e conseguiu uma transferência para um time tecnicamente mais competitivo. A que você atribui este fato?
Neto- Quando cheguei a situação do Chula era complicadíssima, já que estávamos na última colocação, mas mesmo assim escarei como mais um desafio que teria em minha carreira e já que aceitei o desafio  tinha a obrigação de fazer algo de bom para o time e consequentemente para mim. E foi o que fiz: Foram três meses de total dedicação na competição. Todo treinamento, todo jogo, eu mentalizava que teria que dar meu melhor para que com isso eu conseguisse ajudar o time e aparecer no futebol asiático. Com esse propósito consegui me destacar e as propostas começaram a surgir e hoje estou em uma grande equipe aqui e isso eu devo muito ao fato de ter sido escolhido o quinto melhor meio-campista e ao meu ex-time, o Chula United. 

BRS- No Chula você tinha dois companheiros brasileiros, o Aron e o Régis, além do técnico Brasília, que foi demitido dois meses após sua chegada. Qual a principal razão você acredita para o insucesso do time na temporada 2009 da Thai League?
Neto- O time iniciou a Thai League muito mal e isso comprometeu a temporada toda. Quando o Brasília chegou o time já havia perdido 5 ou 6 partidas, mas ele ainda iniciou uma recuperação no final do primeiro turno, que deixou a equipe com chances de escapar do rebaixamento. Quando começou o segundo turno, o time já tinha os três brasileiros e a coisa começou melhorar, mas um desentendimento entre o investido/presidente do Chula com o Brasília fez com que ele saísse e isso foi justamente quando nossa equipe estava invicta havia quatro jogos e apresentando um bom futebol. 

BRS- Seu atual time, o BEC Tero Sasana começou bem a temporada 2010 com duas vitórias em quatro jogos, com você inclusive marcando gol. O time chega para ser campeão novamente?
Neto- O BEC Tero sempre é forte candidato ao título da Thai League e depois de começarmos bem a competição toda imprensa afirma que este ano o time está muito bem e que não deixará escapar o título. O campeonato é longo, mas essa arancada inicial foi importante. Acredito que temos totais condições de vencermos esse ano.


Neto em momento de lazer na Tailândia, na ponte sobre o Rio Kwai

BRS- Quais as principais diferenças que você apontaria entre o Chula United e o BEC Tero Sasana, em termos de estrutura, organização e competitividade?
Neto- O Chula United é um time de universidade, mas trata-se da maior faculdade da Tailândia, por isso em termos de estrutura é excelente, mas em investimento eles deixam a desejar  comparando com o BEC Tero. Já o BEC Tero é uma grande equipe, com maiores pretensões, que já foi vice-campeã da Copa da Ásia. Nosso centro de treinamento e utilizado pela seleção tailandesa e sem falar na boa qualidade técnica do nosso time.

BRS- Seu atual companheiro de clube, Anon Sangsanoi é bi-artilheiro da Thai League (08 e 09), além de jogar pela seleção tailandesa. Existe alguma recomendação ou esquema tático para que o time jogue em razão dele? Como é sua relação com ele?
Neto- Não existe nada para que joguemos em torno do Anon. Ele é um excelente jogador e já mostrou isso, mas a principal força da nossa equipe é o conjunto, já que temos bons jogadores em todas as posições. Meu relacionameto com ele e com o grupo é muito bom, estamos sempre brincando, nos divertindo: Eles me ensinam um pouco de tailandês e eu ensino português para eles. É bem divertido.

BRS- A Thai League é relativamente nova, a Tailândia ocupa hoje o 105° lugar no ranking da FIFA e muitos estrangeiros estão chegando ao país para jogar futebol. Você acredita em uma evolução técnica a médio e longo prazo no futebol tailandês?
Neto- É apenas o segundo ano com futebol totalmente profissionalizado aqui, algumas coisas ainda precisam melhorar, mas já estão fazendo muitos progressos para evolução do futebol e isso está trazendo  vários estrangeiros, melhorando o nível técnico. Se a Tailândia continuar com essa evolução tem tudo para estar entre as principais forças do futebol asiático a médio prazo.


Neto com seu pai, Marinho

BRS- O boxe tailandês é o esporte nacional, mas a torcida apesar de pequena é fanática por futebol. Como é sua relação com os torcedores no dia a dia?
Neto- Excelente. Por não ser o esporte número 1 me surpreendi com as torcidas daqui. Eles são fanáticos, todo time possui seu fã clube. No Chula fizeram até uma música para mim, mas eu só entendia meu nome e nada mais. Já no BEC Tero, fizeram uma Bandeira do Brasil logo no segundo jogo. Foram duas homenagens bem legais.

BRS- Falando em torcedores, a Tailândia vive um clima hostil nas ruas, em razão da situação política do país, que inclusive retardou o início da Thai League. Esses conflitos tem atrapalhado de alguma forma seu dia a dia? Chega a bater um temor em virtude desses problemas?
Neto- Nesses dois meses de conflito o que mudou na minha rotina foram os lugares desaconselhados a irmos, porque existem locais onde diariamente os "camisas vermelhas" fazem suas manifestações. Minha casa é longe dos tumultos e não tenho do que me preocupar. Só fica a incerteza do que acontecerá, pois nunca vivi uma situação dessas, imagine vivê-la fora do Brasil? Espero que a melhor decisão para o país seja tomada e que a rotina volte logo ao normal.

BRS- Certamente deve ser uma honra ser filho de um jogador que marcou época no futebol brasileiro como seu pai, porém isso traz alguns tributos. Você já sofreu algum tipo de cobrança em temos comparativos por ser filho do Marinho?
Neto- Comparações eram inevitáveis, até por iniciar a carreira no mesmo clube que meu pai, as comparações foram questão de tempo. O que as vezes eu não concordava é que em certas situações alguns treinadores não eram criteriosos comigo. No clube onde passei maior parte da minha carreira, que foi o Londrina, percebi que alguns treinadores me preteriam por achar que eu estava ali por ser filho do Marinho. Se jogasse com "nome" do meu pai estaria no Flamengo, seria bem mais fácil. Mas sempre foi uma honra carregar esse nome comigo, já que sou filho de um jogador que alcançou quase tudo na carreira e marcou época no futebol mundial, chegando inclusive a seleção Brasileira.


Neto com a camisa do Londrina-PR

BRS- Você é de família de boleiros, seu pai e seu tio (o já falecido ex-goleiro do Londrina, Mauro) foram jogadores profissionais. Profissionalmente falando, o que representa seu pai para você? Quais os toque, dicas e conselhos dados por ele e que você aplica em sua carreira?
Neto- Meu pai representa muito em minha carreira e em minha vida. Ele nunca me impôs a profissão, sempre quis que trilhasse meu próprio caminho, independente da profissão. Quando comecei a jogar ele me apoiou, me disse como seria a jornada até tornar-me um profissional. Mesmo depois de profissional ele sempre me dá uns toques sobre o que fiz ou deixei de fazer nas partidas. Meu pai jogou em uma época de craques e suas dicas são bem aproveitadas por mim. São sempre conversas tranquilas, nunca em tom de cobrança.

BRS- O que mudou no seu futebol em relação ao que você jogava no Brasil?
Neto- Primeiramente minha posição: No Brasil eu jogava de zagueiro e aqui só joguei nessa posição duas vezes. Aqui sou meio-campo e as vezes até atacante. Posso dizer que consegui um aprendizado tático que no Brasil não tinha. Aqui tem influência do futebol inglês, joga-se com pontas e ritmo acelerado, mas consegui boa adaptação, mesclando o aprendizado do Brasil e daqui. Certamente meu futebol evoluiu, mesmo disputando um campeonato sem a mesma técnica do futebol brasileiro.

BRS- As diferenças culturais entre Brasil e Tailândia são muito grandes. Você passou por alguma situação curiosa na Tailândia?
Neto- Estórias engraçadas são rotineiras por aqui, mas agora estou esperto e já me arrisco no idioma e na culinária talilandesa, mas houve uma situação engraçada: certo dia eu e o Aron (outro brasileiro do Chula) fomos a um restaurante e no cardápio vimos um bife. Era idêntico aos do Brasil, dava até água na boca. O garçom não falava inglês e nós não falávamos tailandês, daí começaram as seções de mímicas e gestos. Em certo momento fizemos mugido de boi (muuuuuuuuuu), para que ele compreendesse que queríamos bife. Para nosso espanto ele respondeu "muuuuu". Logo, pensamos: Ele entendeu. Quando chegou nossa comida veio o bife, só que não era de boi e sim de porco, porque "muu" é como se diz carne de porco em tailandês. Depois de sofrermos as gozações dos tailandeses nos treinos eles ainda nos diziam: "Ainda bem que vocês não bateram os braços para pedir carne de frango". Coisas que só o mundo do futebol é capaz de nos proporcionar.


Neto com a camisa do Iraty em jogo contra o Coritiba-PR

BRS- Quais os seus planos a médio prazo na carreira?
Neto- Futebol é dinâmico, muitas coisas acontecem em poucos dias, mas estou bem adaptado em minha equipe e esse ano será difícil uma mudança. Com meu bom início algumas situações começaram a surgir. Ir para países asiáticos de maior visibilidade como Japão ou Coréia seria uma boa opção e obviamente o retorno ao futebol brasileiro nunca é descartado.

BRS- Alguém em especial, que tenha ajudado na construção de sua carreira merece um agradecimento?
Neto- Deus, família e minha namorada sempre serão meu porto seguro para enfrentar os obstáculos e conseguir meus objetivos. Queria agradecer alguns técnicos: Jair Machado, Wilton Santana, Leandro Niehues, Édson Vieira, Mauro Madureira, Jorge Saran e o Brasília. São técnicos que certamente levarei comigo ensinamentos e lições de vida que sempre me ajudam.

BRS- Que mensagem você deixa para os internautas que acompanham os brasileiros no exterior através do nosso blog?
Neto- Peço que acompanhem e divulguem este excelente blog. Consegui rever vários amigos espalhados mundo afora através do blog. Também deixo meu agradecimento a você Roberto, porque não deve ser fácil estar antenado com praticamente o mundo todo. Parabéns pelo belo trabalho. Grande abraço a todos que acompanham o blog.



Escrito por Roberto Silva às 21h27
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GOLS BRASILEIROS MUNDO AFORA

SÁBADO E DOMINGO (08 E 09/05)

ESPANHA

Luis Fabiano, do Sevilla (2x3 Barcelona)

Marcelo, do Real Madrid (5x1 Atletico de Bilbao)

 

ESPANHA SEGUNDA DIVISÃO

Esquerdinha (Gilvan Gomes Vieira, meio-campo, 26 anos, ex-URT-MG e Atlético-MG), do Huesca (1x4 Rayo Vallecano)

 

ITÁLIA

Barreto, do Bari (3x3 Udinese)

 

ITÁLIA SEGUNDA DIVISÃO

Éder, do Empoli (1x2 Vicenza)

 

ITÁLIA SÉRIE C1 B

Neto (Leonidas Pereira Neto de Souza, meio-campo, 31 anos, ex-Matsubara-PR. Está desde 2001 na Itália), do Varese (5x1 Cremonese)

 

ALEMANHA

Cacau (naturalizado alemão), do Stuttgart (1x1 Hoffenheim)

 

ALEMANHA SEGUNDA DIVISÃO

Anderson Bamba, do Fortuna Dusseldorf (3x1 Hansa Rostock)

 

FRANÇA

Wendell, do Bordeaux (2x0 Sochaux)

Hilton, do Olympique de Marseille (2x3 Lille)

Túlio de Melo, do Lille (3x2 Olympique de Marseille)

 

TURQUIA

Tita, do Antalyaspor (2x1 Galatasaray)

Cristian, do Fenerbahce (3x0 Ankaraguçu)

 

PORTUGAL

Cássio Vargas, do União Leiria (1x4 Porto)

Romário (Romário de Paula Ribeiro, atacante, mineiro de Pará de Minas, 20 anos), do Belenenses (2x1 Vitória de Setúbal)

Pedro Silva (lateral-direito, ex-Palmeiras, Figueirense, Vitória-BA, Internacional, Santos e Corinthians), do Sporting (2x1 Leixões)

Djalmir, 2 gols do Olhanense (2x2 Paços Ferreira)

Valdomiro, do Vitória de Guimarães (1x2 Marítimo)

Kléber, 2 gols do Marítimo (2x1 Vitória de Guimarães)

Edgol, do Nacional (1x1 Braga)

 

PORTUGAL SEGUNDA DIVISÃO

Kanu, do Beira-Mar (1x0 Carregado)

Rodrigo Galo, do Gil Vicente (4x2 Trofense)

Neto (Julião Antonio de Sousa Neto, atacante, 32 anos, maranhense, ex-Nacional-AM), do Santa Clara (2x0 Aves)

Leandro Tatu, do Santa Clara (2x0 Aves)

Michel, 2 gols do Penafiel (3x1 Freamunde)

Moacir (Moacir Alves de Andrade Junior, paulista, 20 anos, atacante, ex-São Bento-SP e Ituano-SP), do Estoril (1x2 Feirense)

Adilson Tibes, 2 gols do Feirense (2x1 Estoril)

 

UCRÂNIA

Vinicius Fininho, do Metalist Kharkiv (1x0 Arsenal Kiev)

Douglas Costa, do Shakhtar Donetsk (3x2 Tavriya Simferopol)

Zé Soares, 2 gols do Metalurh Donetsk (5x0 Obolon Kiev)

William Batista, do Karpaty (2x2 Illichivets)

 

GRÉCIA

Leonardo, 2 gols do AEK (4x2 Aris Salonika)

 

GRÉCIA SEGUNDA DIVISÃO

Luciano (Luciano Mourão Bonifácio, mineiro de Jequitinhonha, meio-campo, 28 anos, ex-Villa Nova-MG, Juventus-SP e Mamoré-MG), do Rhodos (2x5 Olympiakos Volou)

Wellington (Wellington Gonçalves, atacante, 26 anos, ex-Jacareí-SP), do Karditsa (2x0 Agrotikos)

 

ÁUSTRIA

Diego Viana, 2 gols do Magna (3x1 Kapfemberg)

 

BULGÁRIA

Adriano Miranda (Adriano Miranda de Carvalho, meio-campo, paraense, 20 anos, ex-Remo), do Sliven (4x0 Pirin Blagoevgrad)

Doka Madureira, do Litex Lovech (3x0 Beroe)

Ademar, do Cherno More Varna (2x2 CSKA Sofia)

 

DINAMARCA

Cacá, do Odense (1x3 Randers)

 

REPÚBLICA TCHECA

Paulinho, do Pribram (1x2 Slovacko)

 

CROÁCIA

Dodô, do Dinamo Zagreb (1x2 Sibenik)

 

CHIPRE

Joeano, 3 gols do Ermis Aradippou (4x1 Doxa Katokopias)

Guilherme Weisheimer (meia-atacante, ex-Grêmio-RS e Criciúma-SC), do Ermis Aradippou (4x1 Doxa Katokopias)

Jean Paulista, do Apoel Nicosia (3x2 Apollon Limassol)

Leandro (Leandro Marcolini Pedroso de Almeida, zagueiro e volante, 28 anos, naturalizado húngaro), do Omonia Nicosia (4x2 Anorthosis Famagusta)

 

FINLÂNDIA SEGUNDA DIVISÃO

Felipe Oliveira (Felipe de Oliveira Moraes, atacante, catarinense, 30 anos, ex-Figueirense, Chapecoense, Metropolitano-SC, Brusque-SC, Imbituba-SC e Noroeste-SP), do Porin Palloilijat (3x1 Ourun Palloseura)

 

LETÔNIA

Nathan Junior, do Skonto (3x1 Blazma)

 

ESLOVÁQUIA

Higor, do Ruzomberok (1x0 Artmedia Petrzalka)

 

SUÍÇA SEGUNDA DIVISÃO

Eudis, do Servette (1x0 FC Wil)

 

SUÉCIA

Wilton Batata, do Malmoe (3x1 Atvidabergs)

Antonio Flávio, do AIK Solna (1x0 Trelleborg)

 

SUÉCIA SEGUNDA DIVISÃO

Álvaro Santos, do Orgryte (3x1 Osters)

 

ESLOVÊNIA

Tavares, do Maribor (3x2 Domzale)

 

MACEDÔNIA

Márcio Bambu, do Rabotnicki (1x2 Metalurg Skopje)

 

MOLDÁVIA

Jymmy, do Sheriff Tiraspol (3x1 Viitorul Orhei)

 

AZERBAIJÃO

Souza, do Khazar Lenkoran (1x2 Garabagh Agdam)

 

NORUEGA SEGUNDA DIVISÃO

Wallace (Wallace Fernando Pereira, paulista de Cerquilho, 23 anos, lateral-esquerdo, ex-São Carlos-SP), do Fredrikstad (1x0 Strommen)

 

JAPÃO

Michael, do Albirex Niigata (2x0 Shimizu S-Pulse)

Popó, do Vissel Kobe (3x0 Jubilo Iwata)

Fernandinho, do Vegalta Sendai (1x2 Nagoya Grampus)

 

JAPÃO SEGUNDA DIVISAO

Quirino, do Consadole Sapporo (1x0 Kitakyushu)

 

CORÉIA DO SUL

Fabrício, 2 gols do Seongnam (4x0 Chunnam Dragons)

Junior Santos (Natanael de Souza Santos Junior, atacante, baiano, 24 anos, ex-Londrina-PR, Arapongas-PR e Cascavel-PR), do Jeju United (5x2 Pohang Steelers)

 

CHINA

Leandro Netto, 2 gols do Henan Jianye (3x2 Chagchun Yatai)

Beto, do Nanchang Bayi (3x0 Shanxii Chanba)

 

HONG KONG

Fábio Lopes, do Shatin (1x1 Fourway)

 

INDIA

Edmilson Pardal, do Chirag United (1x3 Air India)

Edmar Figueira, 2 gols do Pune (4x0 SC Goa)

 

VIETNAM

Neném, do Hoang Anh Gia Lai (2x0 Dong Tan Long An)

Marcelão (Marcelo Pinto da Silva, zagueiro, ex-Vasco-RJ, Bréscia-RJ e Céres-RJ), do Navibank Saigon (3x4 Khanh Hoa)

Santana (Jesuel Trindade Martins, atacante, ex-Fernandópolis-SP e Bragantino-SP), do Navinbank Saigon (3x4 Khanh Hoa)

 

TAILÂNDIA

Gilson (Gilson Pereira Dias, lateral-direito, ex-Cidadania-RJ e Rio Bananal-ES), do Sisaket (1x1 Samut Songkram)

 

CATAR

Magno Alves, do Umm Salal (1x0 Qatar)

 

MÉXICO

Sinha (naturalizado mexicano), do Toluca (2x0 America)



Escrito por Roberto Silva às 23h23
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TRAGÉDIA NA SEGUNDONA CARIOCA

O jogador Fred (Frederico da Costa Pinheiro), de 26 anos, morreu hoje (08/05) após sofrer um mal-súbito no jogo entre seu time, o Mesquita, contra o Cabofriense, em jogo válido pela segunda divisão do Rio de Janeiro. Fred chegou a ser atendido com vida e levado para um hospital em Cabo Frio, onde faleceu em razão de um ataque cardíaco. A partida foi interrompida aos 33 minutos do primeiro tempo e será jogada em nova data a ser definida pela FFERJ. O atleta defendeu o América no Estadual da primeira divisão esse ano e antes de jogar pelo Mesquita, defendeu CFZ-RJ, Cabofriense-RJ, Paysandu-PA, Duque de Caxias-RJ, Resende-RJ, Bangu-RJ e América-RJ. Fred era um volante de raça, determinação, querido pelos colegas de profissão e carinhosamente chamado de "Mr. Segundona", pois ostentava o tricampeonato da competição carioca: campeão pelo Resende em 2007, pelo Bangu em 2008 e pelo América em 2009. O blog do Roberto Silva se solidariza com familiares e amigos.


Fred, no detalhe, com a camisa do Paysandu em 2006


Fred vestindo a camisa do Bangu em 2008


Fred com a camisa do Resende no Maracanã em 2009

 


*1983  +2010



Escrito por Roberto Silva às 23h08
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